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PRIMEIROS MATERIAIS PARA UMA TEORIA DA JOVENZINHA — Tiqqun

PRIMEIROS MATERIAIS PARA UMA TEORIA DA JOVENZINHA — Tiqqun

R$65.00 Regular Price
R$55.25Sale Price

Título: Primeiro materiais para uma Teoria da Jovenzinha 

Subtítulo: Orgão consciente do Partido Imaginário — Exercícios de Metafísica Crítica

Autoria: Tiqqun

 

* PRÉ-VENDA:  15% de desconto, até 30 de junho de 2026

* ENVIOS: ocorrerão a partir do dia 07 de julho de 2026

 

 

Não leia este livro para concordar com ele. Leia para descobrir até que ponto sua vida, seus desejos e sua imagem são colonizados pela mercadoria.

 

Entre filosofia política, crítica da mercadoria, teoria da subjetividade e guerra das imagens, Teoria da Jovenzinha desmonta a figura contemporânea da identidade como espetáculo. Um texto-anomalia da revista francesa Tiqqun, finalmente publicado em português.

 

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* PRÉ-VENDA:  15% de desconto, até 30 de junho de 2026 * ENVIOS: ocorrerão a partir do dia 07 de julho de 2026
SKU: 9786586598537
  • * PRÉ-VENDA:  15% de desconto, até 30 de junho de 2026
    * ENVIOS: ocorrerão a partir do dia 07 de julho de 2026


    Publicado original e anonimamente em 1999 pela revista francesa TIQQUN, é um dos livros mais desconcertantes, agressivos e proféticos produzidos pela teoria crítica contemporânea. Entre panfleto filosófico, sabotagem literária e diagnóstico político, o texto investiga a fabricação de um novo tipo de ser humano: o sujeito integralmente moldado pela mercadoria, pela veiculação das imagens e pela administração permanente de si mesmo. A “Jovenzinha”, figura central, não designa simplesmente mulheres jovens, ela funciona como uma categoria política e existencial da encarnação de uma subjetividade produzida pelo capitalismo tardio. Um ser treinado para transformar o próprio corpo, os afetos, os desejos, a sexualidade, a inteligência e até mesmo o sofrimento em valor circulável.

     

    Décadas antes das redes sociais se tornarem infraestrutura da vida cotidiana, TIQQUN já descrevia um mundo em que todos seriam pressionados a agir como marcas pessoais, empreendedores de si mesmos, gestores contínuos da própria visibilidade. Por isso o livro não oferece conforto, mesmo hoje em dia sua escrita fragmentária, excessiva e frequentemente violenta continua a produzir um choque. Nas edições estrangeiras, ele foi acusado por parte da crítica de reproduzir formas ambíguas de misoginia ao mobilizar a figura da “Jovenzinha”,  sugerindo que o anonimato e a narrativa irônica foram usados ​​como disfarce para se desviar preventivamente das acusações de sexismo que poderia sofrer. Mas Teoria da Jovenzinha permanece atravessado por uma tensão incontornável: denunciar a produção capitalista da feminilidade sem deixar de correr o risco de repetir a própria violência simbólica que pretende atacar.

     

    É aí que reside sua força perturbadora, pois Teoria da Jovenzinha não pode ser lido passivamente, exige posicionamento. Obriga o leitor a confrontar aquilo que há de mercadoria em sua própria subjetividade, de espetáculo em seus afetos, de gestão econômica em sua relação consigo mesmo. Tiqqun compõe uma obra que continua profundamente atual em uma época marcada pela hiperexposição, pelo colapso da intimidade, pela ansiedade algorítmica e pela transformação integral da vida em performance.

     

    Um livro que não deseja ser adorado, quer apenas ser usado contra o mundo que o tornou necessário.

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