Dione Carlos é atriz, dramaturga, arte-educadora e curadora. Publicou pela a GLAC edições o livro “Black Brecht: e se Brecht fosse negro?”. Carioca, criada em Quintino Bocaiúva, subúrbio do Rio, radicada em São Paulo desde 1997, cidade em que cursou jornalismo, na Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou como atriz na Cia do ator Renato Borghi, por cerca de dois anos, além de ter feito curtas-metragens e participado de peças de teatro. Formada em Dramaturgia pela SP-Escola de Teatro (Primeira turma). Possui cerca de 15 textos encenados por diversas Cias brasileiras: Coletivo Legítima Defesa, Capulanas, Cia do Pássaro, Cia Livre, Club Noir, Cia do Mofo, Cia do Caminho Velho, dentre outras. Em 2017, publicou seu primeiro livro: “Dramaturgias do Front”, com três peças de teatro de sua autoria, pela Editora Primata, além de integrar as coletâneas: “Dramaturgia Negra” (FUNARTE); “Maratona de Dramaturgia” (Cobogó); “Negras Insurgências” (Capulanas); “Tempos Impuros” (Primata). Responsável por curadorias nacionais e internacionais, como, por exemplo o festival Ibero-americano de artes cênicas- MIRADA (Nas ações formativas), em Santos- SP, em 2018; o evento nacional Dramaturgias II, promovido pelo SESC Ipiranga, em 2019; FENTEPIRA- Festival Nacional de Teatro de Piracicaba, em 2019, dentre outros. É responsável pelo Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André desde 2018. Atuou como dramaturga convidada pelo Projeto Espetáculo da Fábrica de Cultura da Brasilândia.