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black brecht: e se brecht fosse negro?

dione carlos

em colaboração com o coletivo legítima defesa

epílogo por eugênio lima

posfácio por rosane borges

texto: Dione Carlos

colaboração: coletivo Legítima Defesa

epílogo: Eugênio Lima

posfácio: Rosane Borges

edição e diagramação: Leonardo Araujo Beserra

preparação e coedição: Gustavo Motta

projeto gráfico: Maíra Dietrich

revisão: Lia Urbini

ilustração [verso da capa]: Dione Carlos

ISBN: 978-65-86598-03-2

série: sujeitodrama

ano: julho de 2020

páginas: 72

R$ 38,00

leia um trecho do livro.

descrição

Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Estão sentados em cadeiras altas, sem mãos para segurar nem bocas para comer, e os olhos há muito apagados. Incorruptíveis. Livremente inspirado na dramaturgia de "O Julgamento de Luculus", de Bertolt Brecht, Dione Carlos, em colaboração com o diretor da peça Eugênio Lima e com o coletivo responsável pelas intervenções dramatúrgicas Legítima Defesa, une classe, raça, gênero e o legado colonial destas construções sociais. O texto se divide em três tempos não lineares: o 'tempo dos vivos', o 'tempo dos mortos' e o 'tempo dos não nascidos'. Um modo de produção de oferenda na esquina do futuro, como diz o diretor Eugênio Lima. Durante a pesquisa, o coletivo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: "E se Brecht fosse Negro?". Qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida em uma perspectiva interseccional? Seria possível construir um espetáculo sobre uma perspectiva afro brasileira diaspórica da obra e dos procedimentos de Brecht?.

trecho

epílogo

montagem

autora

Dione Carlos é atriz, dramaturga, arte-educadora e curadora. Carioca, criada em Quintino Bocaiúva, subúrbio do Rio, radicada em São Paulo desde  1997. Cursou jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou como atriz na Cia do ator Renato Borghi, por cerca de dois anos, além de ter feito curtas-metragens e participado de peças de teatro. Formada em Dramaturgia pela SP-Escola de Teatro (Primeira turma). Possui cerca de 15 textos encenados por diversas Cias brasileiras: Coletivo Legítima Defesa, Capulanas, Cia do Pássaro, Cia Livre, Club Noir, Cia do Mofo, Cia do Caminho Velho, dentre outras. Em 2017, publicou seu primeiro livro: Dramaturgias do Front, com três peças de teatro de sua autoria, pela Editora Primata, além de integrar as coletâneas: Dramaturgia Negra (FUNARTE); Maratona de Dramaturgia (Cobogó); Negras Insurgências (Capulanas); Tempos Impuros (Primata). Responsável por curadorias nacionais e internacionais, como, por exemplo o festival Ibero-americano de artes cênicas- MIRADA (Nas ações formativas), em Santos- SP, em 2018; o evento nacional Dramaturgias II, promovido pelo SESC Ipiranga, em 2019; FENTEPIRA- Festival Nacional de Teatro de Piracicaba, em 2019, dentre outros. Em 2019, representou o Brasil no Dia internacional da Língua Portuguesa, tendo realizado uma palestra no Museu da Acrópole, em Atenas, na Grécia. É responsável pelo Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André desde 2018. Atuou como dramaturga convidada pelo Projeto Espetáculo da Fábrica de Cultura da Brasilândia.

série

#SujeitoDrama

Um campo que apresenta a ausência de luz. Apenas isso! o título em uma fonte comum, a falta de subtítulo, e o nome dx dramaturgx, esse tal de autxr, dx escritxr literárix, dx inventxr de diálogos e narrativas que nos faz achar que vivemos nossas próprias vidas ao lê-los. São estes elementos num plano brilhante da capa desses livros que nós queremos fazer imaginar quando um desses textos os arrematam. sem paginação, algumas vezes até bilíngue. Com isso, estamos deixando claro que não é a arte que pede um internacionalismo e uma certa confusão, mas é justamente a subversão que ela gera que nos faz desejar compartilhar e duvidar do presente, desse agora que não cala. 

 

MATERIALIZAR A IRA DA LÍNGUA

Colônia

Gustavo Colombini

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Quartacapa Black Brecht